Resultados do primeiro ciclo de trabalho do GT de Instrumentos Financeiros e Investimentos de Impacto
29/01/2018

Lançamento GT Fintech

O GT Fintech foi lançado dia 14/12/17 no Seminário “Brasil Fintech – Tecnologia e Inovação no Setor Financeiro” promovido pelas instituições fundadoras do Laboratório de Inovação Financeira e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o apoio do Sebrae. No Seminário, ocorreram debates sobre a economia digital e as novas tecnologias financeiras que foram extremamente produtivos. Foi possível observar as tendências mundiais e o avanço das Fintechs no mundo e no Brasil, além do posicionamento dos reguladores, os gargalos apontados pelas Fintechs e os programas e ações que as instituições do SNF já vêm desenvolvendo junto às startups.

O 4º grupo de trabalho tem como objetivo (i) realizar estudos e avaliações sobre: as novas tecnologias financeiras, economia digital, tendências e mecanismos de financiamento alternativos (impactos, oportunidades e desafios), (ii) o desenho da proposta de atuação conjunta em tecnologias financeiras, economia digital, e mecanismos de financiamento alternativos (regras de governança, membros, serviços oferecidos etc.), incluindo estudo sobre a viabilidade de implantação de um projeto de Sandbox regulatório nos mercados de capitais, de seguros e previdência.
Foi realizada no dia 22 de janeiro de 2018 sua primeira reunião presencial com o objetivo de estruturar o Plano de Trabalho para o grupo. A reunião que durou o dia inteiro contou com a presença de 52 participantes de 29 instituições. Para delinear os objetivos e metas do grupo, o GT foi dividido em três subgrupos: 1) Regulação e Soluções Invoadoras; 2) Fomento ao Ecossistema; e 3) Instituições Financeiras e Bancos de Desenvolvimento.

O subgrupo de Regulação e Soluções Inovadoras se propôs a abrir um diálogo entre as fintechs e os reguladores presentes no GT para discutir as necessidades de regulamentação das fintechs. Além disso, fazer um estudo sobre a regulamentação existente nacional e internacional sobre Sandbox regulatório.

O subgrupo de Fomento ao Ecossistema se propôs a levantar as experiências dos participantes do subgrupo quanto ao fomento do ecossistema brasileiro de fintechs e as necessidades destes para impulsionar o mercado.

Por último, o subgrupo de Instituições financeiras e Bancos de Desenvolvimento irão focar nos aspectos de alternativas para parcerias com Fintechs e oportunidades de aprimoramento de processos. Para isto, levantarão internamente reflexões e questões de cada instituição participante do subgrupo, para em seguida detalhar o andamento dos trabalhos.