Em parceria com o LAB, projeto FiBraS lança publicações sobre finanças verdes e sustentáveis


Publicado em
9 de julho de 2020

Para que o desenvolvimento econômico tenha resiliência e estabilidade, é crucial que o setor financeiro incorpore a preocupação com o meio ambiente em suas prioridades e modifique o atual modo de se fazer negócios. Com o objetivo de apoiar a divulgação e a compreensão desse tema, o projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis (FiBraS) e o LAB publicam nesta semana duas novas publicações sobre finanças verdes e sustentáveis globalmente e no Brasil.

 

A publicação “Finanças Sustentáveis: Um Panorama” fornece uma visão concisa, mas diversificada, sobre o tema para especialistas do setor financeiro tanto do setor privado como do setor público. O conteúdo é baseado nos debates nacionais e internacionais mais recentes, permitindo a análise dos papéis e responsabilidades dos diferentes stakeholders do setor financeiro e sua relação com as Finanças Sustentáveis. Além disso, o texto traz uma avaliação dos progressos atuais e da evolução que ainda se faz necessária.

O documento pode ser acessado em inglês e português.

 

Já “O Mercado Emergente de Finanças Verdes no Brasil” traz uma pesquisa de mercado com informações atualizadas sobre o setor no Brasil. Entre as conclusões do relatório, foi identificado que uma das principais barreiras indicadas pelas instituições à implementação de Políticas de Responsabilidade Socioambiental para bancos (PRSA) são o custo, a complexidade da análise ambiental, social e de governança (ASG) e a falta de capacitação. Questões relacionadas à sustentabilidade, indica o estudo, chegam a ser incluídas nas estratégias de responsabilidade social das corporações financeiras, mas não são ainda implementadas nas rotinas de operações.

O download do texto em português pode ser feito em versões completa e resumida.

 

O projeto FiBraS é uma iniciativa de cooperação bilateral entre os governos do Brasil e da Alemanha. O principal objetivo do projeto é fortalecer as condições para o desenvolvimento do mercado de financiamento verde no Brasil. A contribuição alemã ocorre por meio de recursos oriundos do Ministério Federal da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento (BMZ) e é implementada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH


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